O que é ACP: como conectar agentes de IA ao seu editor
Entenda o que é ACP, como conectar agentes de IA ao seu editor, o que muda no Android Studio e quais são os limites de sessões, autenticação e permissões.
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O que é ACP? O Agent Client Protocol permite trocar de agente de programação sem trocar de editor, desde que os dois sejam compatíveis com o protocolo. A versão Rabbit 2 do Android Studio, do Google, torna essa escolha prática para quem desenvolve para Android: o anúncio de outubro menciona mais de 40 agentes de programação, com seleção dentro da própria IDE. O ganho está em manter seu ambiente de desenvolvimento e escolher o agente que vai executar o trabalho.
O número divulgado pelo Google vem do anúncio do Android Studio de 28 de outubro de 2026. As informações sobre suporte e configuração abaixo foram conferidas no site do protocolo e na documentação dos editores em 3 de novembro de 2026. Este guia se baseia em documentação; não é um benchmark com testes práticos dos agentes.
O que é ACP e o que ele muda na prática?
O ACP oferece a editores e agentes de programação uma interface comum para prompts, atualizações de progresso, permissões e resultados. Um agente é o programa que usa um modelo, ferramentas e um ciclo de execução para realizar uma tarefa. O editor, ou ambiente de desenvolvimento integrado (IDE), é onde você examina o código, revisa as alterações e interage com esse programa.
Uma boa comparação é com o Language Server Protocol (LSP), que padronizou a conexão entre editores e servidores de linguagem. Um servidor de linguagem fornece recursos específicos de cada linguagem, como diagnósticos. O ACP aplica essa mesma separação aos agentes de programação: o editor implementa a conexão como cliente, e o agente implementa o ACP diretamente ou por meio de um adaptador. Os dois lados precisam ser compatíveis. A introdução ao ACP descreve a proposta como uma forma de eliminar a necessidade de criar uma integração específica para cada combinação.
Para quem alterna entre o Claude Code, da Anthropic, o Codex, da OpenAI, e o Gemini CLI, do Google, a vantagem é continuar no mesmo ambiente de trabalho. Dá para avaliar outro agente sem incluir o próprio editor na migração. Os caminhos de integração com ACP ainda variam entre eles, como mostra a lista de suporte a seguir.
Quem criou o ACP?
A Zed Industries criou o ACP e trabalhou com o Google para fazer do Gemini CLI a primeira implementação de referência. A Zed anunciou essa colaboração em 27 de agosto de 2025. A JetBrains se juntou à iniciativa depois; sua página atual sobre ACP descreve o protocolo como desenvolvido de forma aberta por JetBrains e Zed. O Google foi um dos primeiros parceiros de implementação e adotou o protocolo no Android Studio. O anúncio de lançamento da Zed e a página da JetBrains sobre ACP esclarecem esses diferentes papéis.
Essa distinção importa na hora de avaliar o suporte. Criar o protocolo, manter um adaptador e entregar um cliente no editor são contribuições diferentes.
Quais editores e agentes têm suporte a ACP?
Zed, IDEs da JetBrains e Android Studio têm caminhos documentados para usar agentes via ACP. Outros editores dependem de plugins ou extensões, então confira a integração que você pretende instalar. Estar no diretório comprova a existência de uma integração; não garante que todos os recursos funcionem da mesma forma.
Os nomes dos plugins acima seguem o diretório de clientes ACP. As informações sobre Zed, JetBrains e Android Studio vêm da documentação de cada um, citada abaixo. Esta é uma seleção voltada a fluxos de trabalho de programação, não uma lista completa de clientes ACP.
Zed: agentes externos mantêm configurações próprias
O Zed disponibiliza agentes ACP no Agent Panel e na Threads Sidebar. Sua documentação atual cita Claude, Codex, OpenCode, Copilot, Cursor e Pi entre os agentes externos comuns, além de orientar a configuração do Gemini CLI. O principal caminho de instalação é o ACP Registry. A documentação de agentes externos do Zed explica a instalação e quem gerencia cada configuração.
O limite prático está na herança de configurações. Os perfis do Zed Agent e as Zed Skills não passam automaticamente a valer para o agente externo. Ao documentar a configuração da equipe, registre as instruções, credenciais e ferramentas do próprio agente.
JetBrains: confira as restrições da organização e do ambiente
O JetBrains AI Assistant disponibiliza agentes ACP pelo AI Chat. Você pode instalar um agente em Settings > Tools > AI Assistant > Agents ou adicionar um agente personalizado usando acp.json. A documentação também informa que os agentes ACP ainda não têm suporte no Windows Subsystem for Linux (WSL) e que administradores podem limitar as opções do registro ou os agentes personalizados. A documentação de ACP da JetBrains é a referência para essas restrições.
Para quem lidera uma equipe de engenharia, isso exige conferir o ambiente das estações de trabalho antes de recomendar a integração. Funcionar no notebook de um colega não comprova que o fluxo de trabalho com WSL gerenciado pela empresa tenha suporte.
Agentes: suporte nativo e adaptadores são coisas diferentes
O diretório de agentes ACP identifica cada integração com precisão:
- Claude Agent aparece por meio do adaptador de SDK da Zed. Esse é o nome da integração com Claude no diretório; a entrada não afirma que a CLI do Claude Code tenha suporte nativo a ACP.
- Codex CLI aparece por meio do adaptador do ACP. Inclua esse adaptador no inventário dos componentes que o editor inicia.
- Gemini CLI aparece como um agente que implementa o protocolo, sem menção a adaptador.
- GitHub Copilot está explicitamente marcado como prévia pública nessa página.
A mesma página também lista Augment Code, Cline, Cursor, cagent da Docker, Factory Droid, Goose, Hermes Agent, Junie da JetBrains, Kimi CLI, Kiro CLI, Mistral Vibe, OpenCode, OpenHands e Qwen Code. Pi aparece por meio de um adaptador pi-acp. Esta seleção usa os nomes do diretório; a lista completa está no link.
Não use esse diretório como um indicador universal de compatibilidade com editores. A combinação que você consegue usar depende do agente, do adaptador quando necessário, da integração com o editor e das capacidades negociadas entre eles.
O que muda com o Bring Your Own Agent do Android Studio?
O Android Studio permite escolher o agente de programação e manter suas ferramentas de desenvolvimento Android. O anúncio da versão estável do Google cita Claude Agent, Codex, Junie e Google Antigravity, e informa que os agentes podem acessar o Android Emulator, sistemas de build, Logcat e skills de Android. O Logcat é o visualizador de logs de aplicativos e do sistema Android. O anúncio do Rabbit 2 pelo Google documenta esse acesso às ferramentas.
Pense na investigação de uma falha em um aplicativo Android: você quer que o agente trabalhe junto das ferramentas de build e diagnóstico do projeto, enquanto continua no ambiente conhecido para examinar a correção. O BYOA permite separar a escolha do agente da escolha desse ambiente. A qualidade do diagnóstico feito pelo agente continua sendo algo a avaliar.
Para a liderança de engenharia, isso abre espaço para um piloto mais útil. Mantenha o repositório, a tarefa e o processo de revisão consistentes e compare os agentes aprovados nesse mesmo ambiente. Avalie o patch produzido, os comandos solicitados e as evidências que sustentam a resposta. Conseguir conectar o agente é apenas parte de uma adoção bem-sucedida.
Começou em prévia e já chegou à versão estável
O Google apresentou o BYOA em prévia em 24 de setembro de 2026, começando pelo Android Studio Rabbit 2 Canary. Em 28 de outubro de 2026, anunciou o Rabbit 2 como estável, já com BYOA. O anúncio mais recente substitui o status de prévia do lançamento. Anúncio da prévia, anúncio da versão estável.
A indicação de prévia deve acompanhar o componente específico ao qual se aplica. A versão estável do Android Studio não tira outro agente da prévia pública nem garante equivalência de recursos em um adaptador.
Como funciona uma sessão ACP?
O editor inicia o agente e troca mensagens estruturadas com ele. No transporte local, o editor inicia um subprocesso: outro programa em execução no sistema operacional. A conexão usa JSON-RPC 2.0, um formato para requisições, respostas e notificações, sobre stdio, os fluxos de entrada e saída padrão do processo. É uma comunicação estruturada, em vez da leitura do texto exibido em um terminal. Visão geral do protocolo, especificação de transportes.
A sessão segue uma sequência definida:
- Inicialização e negociação. O editor inicia o agente ou adaptador e envia
initialize. Os dois lados trocam informações sobre versões do protocolo e capacidades. - Autenticação, quando necessária. Conclua o método de autenticação informado pelo agente. Conectar o editor não dá acesso a uma conta do agente.
- Abertura da conversa. O editor envia
session/newcom o diretório de trabalho e os servidores MCP que está disponibilizando. O agente retorna um identificador de sessão. - Envio da tarefa e acompanhamento. O editor envia
session/prompt; o agente informa mensagens e atividade das ferramentas por meio de notificaçõessession/update. - Tratamento das ações solicitadas. Quando o agente pede permissão, o editor apresenta as opções disponíveis e devolve a decisão. Ao final do turno, uma resposta informa o motivo do encerramento.
Esse é o fluxo de mensagens previsto na documentação, junto das regras de criação de sessões. Uma sessão é a conversa do agente, com contexto e estado próprios; não é um arquivo universal de conversa compartilhado entre todos os fornecedores.
Edição de arquivos e comandos no terminal
O acesso a arquivos e ao terminal depende das capacidades negociadas. Quando há suporte, o agente pode usar fs/read_text_file para ler pelo editor, incluindo alterações ainda não salvas, e fs/write_text_file para escrever por ele. Isso faz diferença quando o conteúdo do buffer na tela não é igual ao arquivo salvo em disco. Especificação do sistema de arquivos do ACP.
Para executar comandos, terminal/create solicita que o cliente inicie um processo. Métodos relacionados recuperam a saída, aguardam a conclusão, interrompem o comando e liberam o terminal. Antes de usá-los, o agente precisa verificar se o cliente informou suporte a terminal. Especificação de terminais do ACP.
Um agente também pode informar edições como diffs e o progresso das ferramentas pelo ACP enquanto executa suas próprias operações. Ver a atividade no editor não significa que todas as operações foram executadas por ele. Especificação de chamadas de ferramentas.
ACP vs MCP: o que cada protocolo conecta?
O ACP conecta o editor ao agente; o Model Context Protocol (MCP) conecta uma aplicação de IA ou um agente a ferramentas e dados. Os dois podem trabalhar juntos na mesma sessão. Esta comparação segue a especificação de sessões do ACP e a introdução ao MCP.

Quando uma ferramenta estiver indisponível, confira tanto a conexão com ela quanto a conexão com o editor. A JetBrains, por exemplo, tem configurações separadas para repassar aos agentes servidores MCP personalizados e seu servidor MCP integrado do IntelliJ. O suporte a ACP, por si só, não ativa todas as ferramentas. As configurações do registro da JetBrains documentam esses controles.
Se você está definindo os limites do serviço por trás da integração, MCP vs API trata de outra decisão: como expor as funcionalidades de uma aplicação. Se está criando uma aplicação baseada em agentes de programação, o guia do adaptador ACP do Vercel AI SDK explica essa camada de integração.
Como conectar o Claude Agent ao Android Studio
Use o seletor de agentes do Android Studio e autentique-se no provedor do agente. O caminho de configuração atual indicado pelo Google é a janela de agentes ou Settings > Tools > AI > Agents. As instruções de lançamento orientam fazer login ou fornecer uma chave de API; os planos de conta aceitos dependem do provedor. Configuração inicial atual, instruções de autenticação.
Use uma versão com BYOA
Use o Android Studio Rabbit 2 estável ou uma versão posterior cuja documentação inclua BYOA. A orientação original de usar apenas a versão Canary era específica do lançamento em prévia.
Selecione o Claude Agent
Abra a janela de agentes e selecione Claude Agent. Você também pode escolher agentes em Settings > Tools > AI > Agents.
Faça a autenticação do agente
Siga o fluxo de login do agente ou forneça uma chave de API quando essa opção estiver disponível. Use a conta e o método de acesso aprovados para o projeto. Conectar outro agente exige a autenticação e o direito de acesso específicos dele.
Comece com um prompt de escopo limitado
A configuração descrita pelo Google termina com o envio de um prompt. Uma primeira tarefa útil é: “Explique como o build deste projeto é feito e identifique a tarefa de teste relevante. Não altere arquivos.” Esse prompt é uma sugestão de ponto de partida, não o resultado de um teste do fornecedor.
Confira o fluxo antes de ampliar o uso
Em seguida, peça uma alteração pequena, fácil de revisar, em uma branch de trabalho. Examine a edição proposta, as opções de permissão e os comandos solicitados. Confirme que você consegue entender o resultado antes de delegar uma tarefa maior. Essa é uma recomendação de adoção que vai além das etapas de conexão do fornecedor.
Se a autenticação falhar, resolva a configuração da conta ou da chave do agente selecionado. Se o agente conectar, mas não conseguir usar uma ferramenta, confira quais capacidades a integração disponibiliza. São pontos de falha diferentes; registre-os separadamente nas suas anotações de configuração.
Quais limites a equipe precisa considerar?
Padronize a conexão e depois verifique o comportamento de cada agente. O protocolo reduz a repetição de trabalho nas integrações, mas não torna os agentes equivalentes em todos os detalhes operacionais.
A autenticação continua sendo de cada agente. Preveja um login ou uma configuração de chave de API para cada provedor escolhido. Uma implementação pode reaproveitar credenciais existentes, mas o ACP não é uma conta compartilhada nem um conjunto comum de cotas de uso. O Zed, por exemplo, documenta a autenticação própria dos agentes externos e sua relação com os respectivos provedores. Limites das configurações do Zed.
A recuperação de sessões depende de suporte. A operação session/load do protocolo exige que o agente tenha a capacidade loadSession. Quando implementada, ela permite carregar uma sessão existente; isso não significa que outro fornecedor possa herdar o estado privado do agente original. Antes de prometer uma troca sem atrito, confira exatamente como sua combinação lida com o histórico. Especificação de carregamento de sessões.
O suporte remoto precisa ser verificado na implementação específica. A página atual de transportes define stdio e informa que um transporte Streamable HTTP está sendo especificado. Transportes personalizados são permitidos. Uma integração local funcionando não garante que ela também funcione com um endpoint remoto de agente. Especificação de transportes do ACP.
Pedidos de permissão não são uma sandbox
O ACP define um formato de mensagem para decisões de permissão; ele não impõe isolamento no sistema operacional. A especificação informa que o agente roda com as permissões de seu processo, que os pedidos de permissão têm caráter consultivo e que cabe ao agente respeitar as decisões. Separadamente, o cliente executa os métodos de sistema de arquivos e terminal solicitados por meio das capacidades que oferece. Considerações de segurança do ACP.

Um pedido pode oferecer opções para aprovar ou negar apenas uma vez, ou para lembrar a decisão. O agente controla o alcance e a persistência das decisões lembradas. Leia a opção apresentada antes de presumir que “sempre” vale apenas para o comando ou diretório atual. Semântica das opções de permissão.
Quem opera a plataforma precisa verificar o binário do agente, o ambiente de execução e a política de permissões junto com a configuração do editor. Uma caixa de diálogo de aprovação dá visibilidade útil, mas sua presença, sozinha, não comprova isolamento.
Onde há exagero e quem deve adotar agora?
O benefício concreto é reduzir o acoplamento entre editor e agente. Ter suporte a ACP não comprova que um agente escreva código melhor, que herde as configurações de outro ou que todas as combinações ofereçam o mesmo fluxo de trabalho. Avalie esses resultados diretamente.
Quem já alterna entre agentes pode experimentar agora. Teste um agente compatível no editor que você já usa. O que importa é saber se a revisão de edições, a visibilidade dos comandos e o tratamento do contexto ajudam a concluir uma tarefa representativa do seu trabalho.
A liderança de engenharia deve fazer um piloto antes de padronizar. Use a mesma tarefa e os mesmos critérios de aceitação com todos os agentes. Registre a autenticação, as ferramentas disponíveis, a recuperação de sessões e o comportamento das permissões. Escolha pela qualidade do trabalho produzido e pelo controle que você tem sobre a execução, não pelo tamanho de um registro.
Quem opera a plataforma deve esperar quando um ambiente necessário não tem suporte. A limitação de WSL documentada pela JetBrains é um exemplo concreto. Um fluxo remoto que dependa de um comportamento de transporte ainda não confirmado é outro motivo para validar a combinação antes da adoção.
Quem está satisfeito com um fluxo de trabalho no terminal é pouco afetado. Não há motivo para trocar de interface só porque existe um protocolo. Se a dúvida ainda é qual agente executa melhor seu trabalho, use a comparação entre Codex e Claude Code para orientar a escolha e depois avalie no seu repositório.
Perguntas frequentes
O que é Agent Client Protocol?
Agent Client Protocol é a interface comum entre um agente de programação e um editor ou outro cliente. Ele permite que implementações compatíveis troquem prompts, atualizações de progresso e ações sem uma integração específica para cada combinação.
Qual é a diferença entre ACP e MCP?
O ACP cuida da conexão entre editor e agente. O MCP conecta uma aplicação de IA ou um agente a ferramentas e dados externos. Uma sessão ACP pode fornecer configurações de servidores MCP, permitindo que os dois protocolos participem do mesmo fluxo de trabalho.
Qual é a diferença entre A2A e MCP?
O Agent2Agent (A2A) padroniza a comunicação entre agentes independentes. O MCP conecta aplicações de IA a capacidades e dados externos. O A2A trata da colaboração entre agentes, enquanto o ACP deste artigo cuida da conexão com o editor. Veja a explicação do projeto A2A.
O Claude Code tem suporte a Agent Client Protocol?
A entrada exata no diretório é Claude Agent por meio do adaptador de SDK da Zed. Use a integração compatível indicada na documentação do seu editor; essa entrada não significa suporte nativo a ACP em todo executável do Claude Code. O Zed documenta o Claude Agent como um agente externo com autenticação própria.
O Claude Code ainda é o melhor agente de programação?
O suporte a ACP não responde a essa pergunta. Compare os agentes no seu repositório, com a mesma tarefa, os mesmos critérios de revisão e as mesmas ferramentas permitidas. Prefira o agente cujas alterações você consegue validar e cujo fluxo se encaixa no trabalho que realiza com frequência.
Quem desenvolveu o Agent Client Protocol?
A Zed criou o ACP e fez uma parceria com o Google para usar o Gemini CLI como primeira implementação de referência. A JetBrains se juntou à iniciativa, e sua documentação atual descreve o ACP como desenvolvido de forma aberta por JetBrains e Zed.
Qual é a diferença entre Agent Client Protocol e Agent Communication Protocol?
São projetos diferentes que compartilham uma sigla. O Agent Client Protocol conecta editores e agentes de programação. O Agent Communication Protocol da IBM tratava da comunicação entre agentes; a IBM Research agora informa que ele faz parte do A2A.
Como o ACP funciona?
Em uma sessão local, o editor inicia o agente como subprocesso e se comunica por JSON-RPC sobre stdio. Os dois negociam capacidades, concluem a autenticação necessária, abrem uma sessão e trocam prompts, atualizações e decisões de permissão.
O que significa ACP em IA agêntica?
Em uma integração com editor, ACP geralmente significa Agent Client Protocol. Confira o nome por extenso ao analisar uma arquitetura ou escolher uma biblioteca: a sigla de Agent Communication Protocol se refere a outro projeto.
Por onde começar na próxima sessão de trabalho
Mantenha seu editor, escolha um agente ACP aprovado e comece com uma tarefa pequena no repositório, cujo resultado você consiga revisar. Anote o agente e o adaptador usados, o método de autenticação, as ferramentas disponíveis e o comportamento das permissões. Amplie o piloto somente quando todo o ciclo de trabalho estiver claro, incluindo o que acontece ao negar uma ação.
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