Cursor IA: quais modelos usar após a mudança de outubro
Veja quais modelos do Cursor IA estão disponíveis após outubro, como o Auto escolhe entre eles e o que muda no acesso e na cobrança de cada plano.
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No Cursor IA, os modelos se dividem em dois grupos após a mudança de assinatura de outubro: Grok 4.7, Grok 4.6, Grok 4.5 e Composer 2.5 consomem a franquia de modelos do Cursor, enquanto Anthropic Claude, OpenAI GPT e Google Gemini exigem um plano compatível e seguem regras próprias de cobrança para modelos de terceiros. Free e Plus oferecem apenas o primeiro grupo. Comece com Composer para programar de forma interativa e com Grok 4.7 para tarefas difíceis que exigem trabalho prolongado; confira seu plano antes de escolher um modelo de terceiros.
Verificado em 25 de outubro de 2026 na documentação vigente de modelos, assinaturas, Router e subagentes do Cursor. A distinção que faz diferença é entre ter acesso a um modelo e ter seu uso incluído no plano: são compromissos diferentes.
Modelos do Cursor IA: quais estão disponíveis agora?
O Cursor oferece seus modelos Grok e Composer, além de Claude, GPT e Gemini de terceiros, mas o acesso depende da assinatura. No The X Subscription, o sistema atual de assinaturas, contas pagas têm uma franquia semanal de modelos do Cursor compartilhada com o Grok. As solicitações a modelos de terceiros usam créditos pré-pagos. A documentação atual de modelos do Cursor detalha essa divisão.
A tabela separa as assinaturas atuais das contas com planos antigos. “Incluído” significa que o uso é descontado de uma franquia, não que as solicitações sejam ilimitadas. O Free tem uso limitado; as franquias dos planos pagos dependem da conta.
Fontes: modelos disponíveis, assinaturas atuais e planos antigos. Teams e Enterprise também pagam a Cursor Token Rate nas solicitações a terceiros sujeitas à taxa; é preciso conferir a lista de exceções. Contas individuais não pagam essa taxa adicional.
Os preços mensais dos planos individuais, em dólares americanos e antes de impostos, são Free $0, Plus $8, Premium $30, Super $100 e Ultra $200, conforme a tabela de preços publicada pelo Cursor. Veja o guia de preços do Cursor para conferir franquias, licenças de equipe e planos antigos.
Quais modelos o Cursor Free oferece e quais são os limites do Plus?
O Free permite experimentar os modelos próprios; o Plus oferece um ambiente de programação restrito a esses modelos. No Plus, Fast fica desativado e o esforço de raciocínio fica no nível médio, com janela de contexto de 256k para o Grok 4.7. O plano não permite Auto, modelos de terceiros nem chaves de API próprias. Essas são restrições explícitas do plano, portanto a ausência do Claude na lista não indica necessariamente um problema na instalação.
Para quem faz pequenas alterações com o Composer, isso pode bastar. Para quem depende especificamente de Claude ou GPT no fluxo de trabalho, o Plus já deixa de atender à necessidade antes mesmo de se discutir a qualidade das respostas. Decida de quais modelos você precisa antes de assinar.
Modelos do Cursor Premium e a diferença nos planos antigos
Premium e planos superiores dão acesso a modelos de terceiros, mas a nova assinatura não inclui uma franquia para usá-los. A regra muda para quem já tem Pro, Pro+ ou Ultra antigo: a franquia mensal Other Models continua cobrindo o uso de terceiros pelo preço de tabela da API do modelo. Quando ela acaba, é possível continuar mediante cobrança por uso, se essa opção estiver ativada. A documentação de planos antigos do Cursor explica essa diferença.
Pense na nova assinatura como um clube com o cardápio da casa incluído e pratos de chefs convidados cobrados à parte. A conta com plano antigo também tem uma franquia para esses pratos. Assim, o mesmo modelo pode aparecer nas duas contas, mas consumir saldos diferentes.
Quem tem um plano antigo deve conferir o consumo real de modelos de terceiros antes de migrar. Segundo o Cursor, a mudança para a nova assinatura é opcional e definitiva. Uma franquia maior de modelos próprios não substitui o saldo incluído para Claude se ele é o modelo que você mais usa.
Qual é o melhor modelo do Cursor para tarefas simples e difíceis?
Escolha com base no problema da tarefa: interação lenta, trabalho prolongado que fica pela metade ou necessidade do comportamento de um modelo específico. As orientações de escolha do Cursor recomendam Composer para programação interativa, Grok 4.7 para as tarefas mais difíceis e demoradas, e Claude Opus ou GPT-5.6 Sol para trabalhos complexos com várias etapas. Os exemplos a seguir aplicam essas orientações ao dia a dia do desenvolvimento.
Composer 2.5: comece por ele quando estiver acompanhando e orientando as alterações. O Cursor o descreve como ajustado para usar ferramentas, editar arquivos e executar operações no terminal. A página do modelo informa uma janela de contexto de 200k, uma variante rápida para sessões interativas e uma variante padrão voltada a reduzir o custo em tokens.
Uma alteração em um componente com uma falha de teste bem definida é um bom ponto de partida: peça a menor mudança possível, examine o diff e mantenha a conversa avançando. O sinal para parar é a repetição de correções que não resolvem a causa do problema. Quando isso acontecer, melhore a especificação ou passe para um modelo mais capaz, em vez de prolongar indefinidamente uma conversa improdutiva. Confira a configuração de velocidade antes de tratar “Composer” como um perfil único de consumo.
Grok 4.7: use quando a tarefa exigir investigação e verificação prolongadas. Segundo o Cursor, ele melhora a verificação do próprio trabalho e a execução de tarefas mais longas em relação ao Grok 4.6. Uma mudança de autenticação que envolve vários arquivos é o tipo de tarefa em que a persistência importa: o agente precisa relacionar o tratamento das requisições, a lógica de sessão, os testes e os caminhos de falha. Defina essas verificações antes de delegar o trabalho.
A documentação do Grok 4.7 distingue o contexto padrão de 256k do máximo de 500k, medidos em tokens, os trechos de texto e código que um modelo processa. O contexto define quanto material o modelo pode considerar em uma solicitação; a capacidade não garante que ele perceba a dependência relevante. Forneça o comportamento que falha e os critérios de aceitação, não apenas mais arquivos.
Grok 4.6 e Grok 4.5: mantenha-os quando o fluxo de trabalho atual justificar a escolha. O Cursor ainda lista ambos, mas a página do Grok 4.6 recomenda o 4.7 para uma verificação mais rigorosa do próprio trabalho e tarefas mais longas. Há pouco motivo para adotar uma versão antiga como padrão em uma nova tarefa difícil só por familiaridade. Também há pouco motivo para mexer em um fluxo que passa nas verificações sem avaliar o substituto. A comparação entre Grok 4.7 e Grok 4.6 trata dessa decisão de migração.
Claude Opus e GPT-5.6 Sol: escolha com intenção para trabalhos complexos ou para testar outra abordagem. Ter essas opções ajuda quando uma interpretação diferente do problema pode ser útil. Mantenha a tarefa e os testes de aceitação ao trocar de modelo, para avaliar o resultado sem confundir uma explicação mais convincente com uma solução melhor.
A página do GPT-5.6 Sol no Cursor descreve persistência no trabalho como agente e respostas concisas de planejamento e depuração, mas também aponta uso excessivo de subagentes e esperas ocasionais por uma ordem explícita para executar. Se o modelo propuser a correção certa e parar, dê uma instrução clara para implementá-la. Um plano bem escrito não equivale a uma tarefa concluída.
Gemini: avalie quando já houver um motivo para preferi-lo. As orientações gerais do Cursor mencionam que alguns usuários preferem Gemini Pro; isso não é uma afirmação publicada de que o Gemini vence em alguma categoria específica de programação. O catálogo vigente inclui Gemini 4 Argon, Gemini 3.1 Pro e Gemini 3.8 Flash, além de opções mais recentes de Claude, como Opus 5.5 e Sonnet 5.5. Confira o catálogo de modelos selecionáveis diretamente, porque esses nomes não se confundem com o conjunto usado pelo Auto no roteamento.

Na prática, o ponto de partida é Composer para trabalho que você consegue revisar continuamente, Grok 4.7 quando o gargalo é a investigação prolongada e um modelo de terceiros aprovado quando o resultado justificar o consumo cobrado à parte. Para todos eles, mantenha a revisão humana e as verificações do repositório como critérios de aceitação.
Cursor Auto: como funcionam Cost, Balance e Intelligence
Auto é um mecanismo de seleção, não outro modelo, e o novo Cursor Router exige atualmente Teams ou Enterprise. A documentação do Router restringe Balance e Intelligence a esse sistema. O Plus exclui Auto de forma explícita. Não presuma que todas as contas exibem o mesmo menu de Auto.
Essas definições de modos e regras de cobrança vêm da documentação do Router do Cursor. O Cursor descreve Balance como o padrão para novos usuários, enquanto os administradores da equipe controlam quais modos ficam disponíveis. A coluna “Uso sugerido” traz uma interpretação prática: comece uma tarefa de rotina na configuração habitual e avance para uma opção mais capaz quando a tarefa exigir, não por curiosidade.
O conjunto de modelos do Router documentado atualmente é GPT-5.5, Claude Opus 5, Grok 4.6 e Claude Fable 5. O Cursor avisa que essa lista muda e que um modelo pode ficar disponível para seleção direta antes de entrar no roteamento. Portanto, a presença de Grok 4.7 e GPT-5.6 Sol no seletor não comprova que o Auto encaminhe solicitações a eles. Use a lista publicada como referência.
Para quem lidera uma equipe, a política de roteamento também envolve dependências. Bloquear Grok 4.6 desativa o Router; bloquear GPT-5.5 e Claude Opus 5 ao mesmo tempo também o desativa. Segundo o Cursor, bloquear apenas um desses dois últimos reduz a qualidade do roteamento. Avalie a lista de modelos permitidos como uma configuração que precisa funcionar, não apenas como uma seleção de fornecedores preferidos.
Administradores de Enterprise precisam ativar o Router, e os controles de equipe podem restringir modos ou tornar Auto obrigatório. Os controles administrativos explicam por que um desenvolvedor pode não conseguir alterar uma configuração visível em outra conta. Uma solicitação roteada para terceiros continua sujeita à cobrança de terceiros; selecionar Auto não a transforma em uso incluído de modelos próprios.
Como trocar de modelo sem perder o controle das configurações
Troque o modelo no painel de chat ou de agente e confira as configurações antes de enviar a próxima tarefa. Segundo o Cursor, a seleção é mantida entre conversas. Essa persistência é conveniente até que a escolha cara ou especializada de ontem vire, sem você perceber, o padrão de hoje. As instruções para trocar de modelo são o mesmo ponto de partida tanto para um modelo específico quanto para Auto.
Abra o seletor de modelos
Escolha um modelo disponível no painel de chat ou de agente. Use Cmd+/ no macOS ou Ctrl+/ no Windows/Linux para alternar entre modelos.
Confira as opções ao lado do nome
Para Auto, escolha um dos modos de otimização disponíveis. Para um modelo específico, confira as opções de velocidade, esforço e contexto. O plano pode restringir esses controles; Plus é o exemplo mais claro.
Execute uma tarefa representativa e confira o consumo
Use uma tarefa com condição de sucesso conhecida, como corrigir uma falha de teste reproduzível. Revise o diff, o resultado dos testes e os modelos efetivamente usados antes de adotar a escolha como padrão.
Vários modelos no Cursor: como os subagentes fazem a escolha
O modelo selecionado para o agente principal não determina o modelo de todos os subagentes. Um subagente é um agente separado que recebe parte do trabalho. Os subagentes integrados do Cursor escolhem um modelo para a subtarefa; os personalizados usam inherit por padrão, que herda o modelo do agente principal, ou podem especificar o ID de um modelo. O agente principal também pode indicar um modelo ao iniciar um subagente. A documentação de subagentes do Cursor descreve essas possibilidades.
Um exemplo de configuração personalizada pode ficar em .cursor/agents/local-review.md:
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name: local-review
description: Reviews a bounded code change for correctness.
model: "composer-2.5[fast=false]"
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Review the supplied diff and relevant tests.
Report concrete defects with file references. Do not edit files.A configuração de modelo seleciona explicitamente Composer 2.5 na velocidade padrão. Use model: inherit quando quiser que o subagente siga o modelo do agente principal. A sintaxe vem da referência de configuração do Cursor.
É fácil deixar passar a consequência para a cobrança. Um agente principal usando Grok, Composer ou Auto pode delegar trabalho a um modelo específico de terceiros. Esse subagente consome créditos pré-pagos na nova assinatura ou a franquia Other Models em um plano antigo. O cartão da tarefa mostra o modelo executado, e o painel de uso registra o modelo correspondente. Restrições do plano e bloqueios administrativos podem prevalecer sobre a escolha configurada.

Se a equipe estiver investigando uma surpresa na cobrança, comece por esses registros dos subagentes. Não conclua que a franquia foi aplicada incorretamente só porque o chat principal exibia um modelo próprio. Cada subagente tem seu contexto e seu consumo de tokens, então a delegação também precisa ter uma finalidade útil: uma investigação independente, uma revisão separada ou um trabalho que se beneficie de outro contexto.
Modelos personalizados no Cursor: como usar sua própria chave de API
Uma chave de API própria muda quem cobra pela inferência compatível; ela não elimina restrições de plano, recurso ou provedor. O Plus não permite BYOK, sigla de bring your own key, ou “use sua própria chave”. A documentação de chaves do Cursor oferece suporte a modelos de chat padrão da OpenAI sem raciocínio, Anthropic Claude, Google Gemini, Azure OpenAI e AWS Bedrock, dentro das configurações aceitas por cada provedor.
Para conectar uma chave, abra Cursor Settings > Models, escolha o provedor, insira a chave e salve. Nos planos individuais compatíveis, o provedor cobra diretamente por essas solicitações, que não consomem a franquia de modelos nem os créditos pré-pagos do Cursor. Em Teams e Enterprise, as solicitações sujeitas à Cursor Token Rate continuam pagando a taxa. O preenchimento automático com Tab continua usando os modelos integrados do Cursor.
Isso é útil quando uma organização já tem uma conta com um provedor e quer concentrar ali a cobrança de inferência. Não comprova que todas as variantes de modelo ou todos os recursos do Cursor usarão essa conta. Antes de mudar as premissas de cobrança da equipe, confirme que o modelo específico aparece no seletor e que o fluxo de trabalho necessário é compatível.
Há também uma questão de tratamento de dados: as solicitações continuam passando pelo backend do Cursor para a montagem dos prompts. O Cursor afirma que as chaves são transmitidas com segurança e não são armazenadas de forma persistente, mas sua política de retenção zero de dados não se aplica a BYOK; vale a política do provedor. Escolha a conexão que atende aos requisitos da organização, não apenas a fatura que você prefere receber.
A disponibilidade regional pode reduzir sua lista de modelos
A ausência de um modelo pode decorrer das regiões atendidas pelo provedor, além do seu plano. A documentação de regiões do Cursor informa que restrições dos provedores podem retirar modelos do seletor. Escolha outro modelo habilitado ou use Auto, se a conta oferecer essa opção. Uma chave de provedor só funciona onde ele permite o acesso; ela não contorna bloqueios regionais.
Em uma equipe de engenharia distribuída, teste a configuração pretendida na região de cada desenvolvedor antes de definir um padrão que pressuponha a mesma lista de modelos para todos. Se faltar um modelo, confira o plano, a lista de permissões do administrador e a disponibilidade do provedor, nessa ordem. Esse diagnóstico é mais útil do que reinstalar o editor repetidamente.
O que a mudança de outubro não comprova
Uma mudança na lista de assinaturas não é evidência de que o GPT saiu do Cursor. Na data da verificação, o Cursor continuava documentando o GPT-5.6 Sol. Uma publicação em rede social não basta para comprovar uma saída ou uma data de encerramento. Decida como trabalhar hoje com base no catálogo vigente e no acesso real da sua conta.
Auto também não significa “o modelo mais novo em toda solicitação”. Seu conjunto validado é diferente do catálogo completo, e sua função é selecionar conforme a tarefa. Se usar um modelo específico faz parte dos critérios de aceitação, selecione-o diretamente onde estiver disponível, em vez de esperar que o roteador o escolha.
Por fim, uma janela de contexto maior ou um nível de esforço mais alto não substituem uma tarefa bem definida. Para um bug difícil, forneça os passos de reprodução, o comportamento esperado e os testes que precisam passar. Mais capacidade permite considerar mais evidências; não supre requisitos ausentes.
Se a sua necessidade é acessar provedores em diferentes clientes de programação, a comparação de alternativas ao Cursor trata dessa outra decisão. A portabilidade é um motivo para avaliar uma alternativa de reserva sem pressupor que algum provedor tenha saído do Cursor.
Quem deve mudar agora, esperar ou manter a configuração
Quem desenvolve só deve trocar o padrão quando conseguir explicar qual problema a mudança resolve. Se Composer produz alterações que podem ser revisadas nas tarefas de rotina, mantenha-o. Se tarefas difíceis param antes de terminar repetidamente, avalie Grok 4.7 com uma condição de conclusão clara. Se o problema está em uma especificação ambígua, corrija a especificação primeiro.
Líderes de equipe devem conferir o roteamento e os subagentes agora. Confirme os modelos permitidos, os modos visíveis do Auto, a exibição do modelo escolhido pelo roteamento e as configurações personalizadas que alteram o modelo dos subagentes. Uma política que aprova apenas o modelo do agente principal deixa parte do fluxo real sem avaliação.
Quem precisa de Claude, GPT ou Gemini deve descartar o Plus. Quem tem um plano antigo deve esperar para migrar até entender qual franquia perderia. Uma conta com plano antigo que funciona bem não é obrigada a adotar a nova estrutura de cobrança só porque mudaram os nomes dos planos oferecidos ao público.
Na segunda-feira, escolha uma tarefa comum e uma difícil do seu próprio backlog. Registre o modelo escolhido, as configurações, os modelos dos subagentes, as verificações concluídas e o consumo. Mantenha a configuração que entregar trabalho aceitável com menos correções e consumo previsível. Essas observações são mais úteis do que padronizar a equipe inteira com base apenas no nome de um modelo.
Perguntas frequentes
Quais modelos o Cursor usa?
O Cursor oferece os modelos próprios Grok e Composer e, nas contas compatíveis, os modelos de terceiros Claude, GPT e Gemini. Auto escolhe um modelo para cada solicitação; não é um modelo fundacional separado.
Quais modelos estão disponíveis no Cursor Pro?
O Pro antigo oferece as franquias Cursor Models e Other Models. Grok e Composer usam a primeira; modelos de terceiros consomem a segunda pelo preço de tabela da API. Pro é um plano antigo, portanto as regras de cobrança do Premium atual não devem ser aplicadas a ele automaticamente.
Qual é o melhor modelo do Cursor?
Comece com Composer para programação interativa e Grok 4.7 para tarefas difíceis que exigem trabalho prolongado. O Cursor também recomenda Claude Opus e GPT-5.6 Sol para tarefas complexas com várias etapas. A melhor escolha é o modelo disponível para você que atende aos critérios de aceitação da tarefa sem exigir correções repetidas.
O Cursor é um modelo de IA próprio?
Cursor é o produto de programação, não um único modelo. Ele oferece modelos próprios e de outros provedores, conforme a assinatura e a disponibilidade.
O Cursor pertence a Elon Musk?
A afirmação precisa sobre a estrutura societária é que o Cursor foi adquirido pela SpaceX. O Cursor anunciou a conclusão da aquisição em 14 de agosto de 2026. Saber quem é o proprietário não informa quais modelos a sua conta pode usar; a documentação atual de modelos informa.
Claude Code é melhor que Cursor?
Não existe um vencedor universal para o seu trabalho. Escolher Claude dentro do Cursor é uma decisão sobre modelo; escolher Claude Code é uma decisão sobre produto. Compare a conclusão da tarefa, o esforço de revisão e a adequação ao fluxo de trabalho em uma tarefa representativa do repositório, em vez de tratar o uso da mesma família de modelos como prova de comportamento idêntico.
O Cursor é só o VS Code?
O Cursor é baseado no VS Code, como explica sua documentação de migração. Ele acrescenta seu próprio fluxo de trabalho com agentes e controles de modelos, portanto conhecer o editor não basta para saber quais modelos estão acessíveis nem quais regras de cobrança se aplicam.
Existe algo melhor que o Cursor?
Depende do que não está funcionando. Se você gosta do editor, mas precisa de outro modelo, confira primeiro o plano e as opções compatíveis de chaves de API. Se a necessidade é a portabilidade do acesso a modelos, compare o cliente e a conexão com o provedor separadamente antes de migrar.
O que sai mais barato: Claude Code ou Cursor?
O preço da assinatura, sozinho, não responde a essa pergunta. Compare o trabalho que você espera concluir e o uso incluído que consegue aproveitar. Em particular, uma nova assinatura do Cursor não inclui franquia de modelos de terceiros, enquanto os planos antigos compatíveis ainda contam com uso de Other Models.
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