Modelos Claude: qual escolher para cada tipo de trabalho
Compare os modelos Claude, limites, IDs de API e opções no app e no Claude Code. Veja qual escolher para programar, escrever e pesquisar com mais critério.
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Na escolha entre os modelos Claude, o tipo de trabalho vem primeiro: para a maioria das tarefas via API, a Anthropic recomenda o Claude Opus 5.5; para o dia a dia nos aplicativos do Claude, seu guia de uso indica o Claude Sonnet 5.5. Os modelos atuais do Claude têm a mesma janela de contexto padrão de 1M tokens. Por isso, a capacidade de contexto, sozinha, não diz qual deles atende melhor ao seu trabalho.
Informações conferidas na documentação da Anthropic em 25 de outubro de 2026. Claude é a família de modelos de IA da Anthropic, disponível em seus aplicativos e em serviços que desenvolvedores integram ao próprio software. Na prática, as opções são o Claude Fable 5.1 para trabalhos exigentes e prolongados; o Opus 5.5 para programação complexa e trabalho intelectual; o Sonnet 5.5 para a colaboração cotidiana com respostas ágeis; e o Claude Haiku 5.5 para tarefas em grande volume que exigem rapidez. O Claude Mythos 5.1 tem acesso restrito. Visão geral dos modelos, guia de escolha para a API, guia dos aplicativos da Claude Academy.
Modelos Claude: comparativo da linha atual
Comece pela tarefa e depois confirme se o modelo está disponível na sua conta e na plataforma escolhida. A tabela mantém os nomes dos modelos, os identificadores de API, os limites padrão e as descrições de uso da Anthropic. No caso do Mythos, a descrição informa a condição de acesso, já que ele tem as mesmas capacidades do Fable.
As páginas de cada modelo informam as plataformas disponíveis para desenvolvedores. Nos aplicativos, o acesso depende do plano e das permissões da organização; o menu de modelos do aplicativo e a lista de modelos compatíveis com o Claude Code confirmam as opções públicas em cada ambiente. As colunas de contexto e saída descrevem especificações dos modelos, não a franquia de uso de uma assinatura.
O Mythos 5.1 é destinado a organizações verificadas. Segundo a Anthropic, ele tem as mesmas capacidades e especificações do Fable 5.1, mas o acesso passa por seus programas de verificação, entre eles o Cyber Verification Program. Ter o identificador de API na tabela não libera o uso: a organização precisa se inscrever no programa correspondente ao seu caso. Para empreendedores e desenvolvedores em geral, o Fable é a opção de disponibilidade geral a avaliar para esse nível de trabalho. Documentação do Mythos. Nosso guia sobre o Claude Mythos detalha as condições de acesso.
Qual é o modelo padrão nos aplicativos Claude e no Claude Code?
A recomendação para o aplicativo, o modelo selecionado na sua conta e o padrão usado pelo Claude Code são coisas diferentes. Entender isso evita um erro comum na contratação e na implantação: presumir que todos os funcionários ou integrações começam com o mesmo modelo.
Aplicativos Claude: Sonnet no dia a dia, com escolhas salvas e regras do administrador
O Claude Sonnet 5.5 é a recomendação inicial da Claude Academy para o trabalho cotidiano. Use-o como ponto de partida. Ainda assim, a próxima conversa pode abrir com outro modelo por causa de uma escolha salva ou de uma política da organização.
A documentação da Anthropic explica que as seleções de modelo podem ficar salvas e que, no Enterprise, padrões definidos para a organização ou para uma função podem substituí-las. Administradores também podem exigir que toda nova conversa comece com um modelo e um nível de esforço específicos. Confira o nome ao lado do botão de envio para saber o que aquela conversa realmente vai usar. Funcionamento do modelo padrão.
Uma exceção concreta é o modo eficiente opcional do Enterprise na experiência unificada do Claude: ele inicia as sessões com Sonnet 5.5 em nível de esforço baixo e limita a seleção a Sonnet e Haiku. Configuração do Enterprise.
Claude Code: Opus 5.5 como padrão, com exceção do Microsoft Foundry
O Claude Code, assistente de programação da Anthropic, documenta os seguintes padrões por tipo de conta:
- Opus 5.5: Pro, Max, Team, Enterprise e a API da Anthropic; também Claude Platform on AWS, Amazon Bedrock e Agent Platform do Google Cloud.
- Sonnet 4.5: Microsoft Foundry.
Esses padrões valem quando não há uma seleção salva, um padrão da organização ou outra configuração aplicável que os substitua. O Fable não é o padrão por tipo de conta em nenhum provedor. Os aliases opus, sonnet e haiku apontam para os modelos mais recentes na API da Anthropic, mas podem apontar para versões anteriores em outras plataformas. Configuração de modelos no Claude Code.
Use /model para selecionar um modelo e /status para conferir o atual. Quem precisa começar sempre com a mesma configuração pode iniciar com claude --model claude-opus-5-5, desde que o provedor ofereça suporte. Comandos de seleção.
Como comparar os modelos Claude: capacidade, velocidade e esforço
Escolha com base nos erros que a tarefa não pode tolerar e depois ajuste quanto o modelo deve se dedicar a ela. A Anthropic usa capacidade, velocidade, custo e esforço como critérios de escolha. Seu guia para desenvolvedores propõe um caminho que prioriza eficiência, começando pelo Haiku 5.5, e outro que prioriza capacidade, começando pelo Opus 5.5. Se um trabalho exigente continuar reprovando nas suas avaliações mesmo com esforço xhigh ou max, considere o Fable 5.1. Como escolher um modelo.
Na comparação de latência, a Anthropic classifica o Haiku como o mais rápido, o Sonnet como rápido, o Opus como moderado e o Fable como mais lento. São classificações relativas, não garantias de tempo de resposta. Comparação de latência. Para classificar solicitações recebidas ou extrair informações rotineiras, comece pelo Haiku e suba de modelo quando algum requisito não for atendido. Reservar o modelo maior para os casos difíceis é uma estratégia que vale avaliar no fluxo de trabalho.
Uma avaliação é uma verificação que pode ser repetida, com tarefas conhecidas e uma definição explícita de sucesso. Para quem classifica solicitações recebidas, um bom resultado pode significar encaminhá-las ao destino certo e sinalizar os casos ambíguos para revisão. Para um empreendedor que revisa uma análise estratégica, pode significar preservar as evidências das fontes e apontar premissas conflitantes. São critérios de aceitação diferentes, ainda que ambas as tarefas cheguem em forma de texto.
Pense no modelo como a pessoa encarregada da tarefa e no esforço como o tempo que ela pode dedicar à investigação. Aumentar o esforço pode melhorar uma resposta difícil, mas também aumenta a espera e o consumo de tokens. Isso não dá ao modelo um recurso que ele não tem.
Os níveis de esforço padrão na API são high para Fable 5.1 e Sonnet 5.5, e medium para Opus 5.5 e Haiku 5.5. Especificações dos modelos. É essencial indicar o ambiente ao citar esse padrão: o anúncio do Sonnet define médio como esforço padrão nos aplicativos e no Claude Code, enquanto a Claude Platform usa alto. Anúncio do Sonnet 5.5.
Para tarefas de programação e uso de ferramentas com escopo bem definido no Sonnet, a Anthropic recomenda começar em medium, aumentar o esforço em trabalhos mais difíceis e usar xhigh ou max quando as avaliações mostrarem ganho. Orientações sobre esforço. Registre o modelo e o esforço juntos ao comparar resultados; sem isso, fica difícil saber qual mudança fez diferença.

Claude Sonnet ou Opus: qual é o melhor modelo para programar?
Comece pelo Opus 5.5 em uma tarefa complexa de programação; escolha o Sonnet 5.5 para trabalhos bem delimitados em que o retorno rápido faz diferença. A Anthropic posiciona o Opus para programação prolongada com agentes, ou seja, tarefas em que o modelo planeja e usa ferramentas ao longo de várias etapas. O Sonnet combina velocidade com capacidade para a programação do dia a dia. Especificações do Opus, anúncio do Sonnet.
Para quem desenvolve sozinho e precisa corrigir um bug conhecido, o Sonnet é um ponto de partida razoável. Para um CTO que pede a um agente que investigue um problema de arquitetura espalhado pelo repositório, vale começar pelo Opus e verificar se a mudança proposta passa nas verificações do projeto. Considere o Fable quando o trabalho for excepcionalmente prolongado ou quando as avaliações com Opus ainda mostrarem falhas com consequências importantes. A comparação Claude Opus vs Sonnet aprofunda essa diferença.
Qual é o melhor modelo Claude para escrever?
O Sonnet 5.5 é o ponto de partida prático para escrever e revisar no dia a dia. A Anthropic destaca seu desempenho em trabalhos de escopo bem definido e na produção de documentos, apresentações e planilhas. Anúncio do Sonnet.
Ao transformar um briefing aprovado em um comunicado interno, avalie a fidelidade aos fatos, o tom e o trabalho necessário para editar o texto. Uma resposta mais longa não é automaticamente um rascunho melhor. Para extrações simples ou resumos curtos, inclua o Haiku na avaliação; se a escrita depender de uma análise difícil, avalie o Opus. Nosso guia Claude Haiku vs Sonnet detalha a escolha para o trabalho cotidiano.
Qual modelo Claude escolher para pesquisa?
Use o Opus em pesquisas difíceis que você pretende conduzir com intervenções ao longo do processo; considere o Fable para trabalhos prolongados com uma entrega final definida. Essa orientação segue o guia da Anthropic para os aplicativos: o Opus atende a análises complexas feitas em diálogo, enquanto o Fable é indicado para tarefas longas, com etapas conectadas e menos intervenções. Claude Academy.
Um empreendedor que investiga um novo mercado pode querer questionar uma premissa a cada resposta. Já uma pesquisa delegada pode começar com requisitos de fontes, perguntas a resolver e o formato do relatório final. Esse segundo cenário é um motivo melhor para avaliar o Fable do que simplesmente querer o modelo de categoria mais alta. Leia o guia do Claude Fable 5.1 antes de estruturar essa delegação.
O que significam os limites de contexto e de saída?
A janela de contexto é o espaço de trabalho; a saída máxima é o teto do que o modelo pode gerar. Tokens são as unidades processadas pelo modelo, e não uma quantidade fixa de palavras. Pense no contexto como uma mesa de leitura que acomoda instruções, conversa e material de referência, mas também precisa reservar espaço para a resposta. O limite de saída restringe a parte gerada. Documentação sobre a janela de contexto.
Os limites padrão de 1M tokens de contexto e 128K tokens de saída máxima da tabela não significam que seja possível pedir um relatório de um milhão de tokens. O raciocínio também entra no orçamento de max_tokens da API, mesmo quando seu conteúdo não é retornado. Documentação sobre esforço.
A Anthropic documenta separadamente uma versão beta da Message Batches API que permite até 300k tokens de saída para Opus 5.5, Sonnet 5.5 e Haiku 5.5 com output-300k-2026-03-24. Trata-se de um recurso específico para processamento em lote, não do limite padrão de saída nem de uma promessa sobre respostas no chat. Opus, Sonnet, Haiku.

Para quem toca a operação de uma empresa de médio porte, a consequência é prática: o fato de o modelo aceitar uma coleção de documentos não comprova que ele identificou todas as relações importantes entre eles. Exija referências ao material de origem e revise as conclusões que embasam decisões. As franquias de uso dos aplicativos são uma restrição separada desses limites dos modelos. Limites de uso e de extensão.
Em quais plataformas os modelos estão disponíveis?
Uma plataforma listada indica um caminho compatível, não uma autorização de acesso para a sua conta. Confira a implantação e o ID de modelo que a aplicação realmente envia antes de tratar a ausência de um modelo como uma limitação de capacidade.
Modelos Claude no Amazon Bedrock
O Amazon Bedrock lista os modelos atuais com identificadores como anthropic.claude-opus-5-5, incluindo anthropic.claude-mythos-5-1, que exige verificação. Os critérios de acesso variam por modelo. Ao configurar essa integração, use o ID do Bedrock informado na tabela da Anthropic; não presuma que o ID da Claude API, sem adaptações, seja intercambiável em qualquer integração. Claude no Amazon Bedrock.
Modelos Claude no Vertex AI
A documentação atual da Anthropic chama esse caminho de Claude Models on Google Cloud (gerenciado pelo Google) e descreve o uso do cliente AnthropicVertex com um endpoint da Agent Platform. A tabela atual de modelos lista IDs como claude-opus-5-5 e sinaliza acesso limitado ao Mythos. Ao registrar uma implantação, mantenha o nome atual da plataforma, mesmo que sua equipe ainda chame a integração de Vertex AI. Documentação do Claude gerenciado pelo Google.
A visão geral dos modelos também diferencia o acesso ao Google Cloud gerenciado pela Anthropic e a Claude Platform on AWS, além de listar o Microsoft Foundry separadamente. Para quem contrata o serviço, identificar quem o opera faz diferença, porque os cronogramas do ciclo de vida podem variar. Plataformas disponíveis.
Modelos Claude antigos: depreciação e datas de encerramento
Migre uma implantação depreciada antes da data de encerramento; um modelo antigo não está necessariamente fora de operação. A Anthropic usa os status Ativo para modelos com suporte, Legado para os que não recebem mais atualizações, Depreciado para os que ainda funcionam, mas têm retirada prevista, e Encerrado para os que já estão indisponíveis. Requisições a modelos encerrados falham. As datas abaixo foram extraídas da página atual de depreciações.
A Anthropic recomenda claude-sonnet-5-5 como substituto do modelo depreciado Sonnet 4.5 na API. Quem ainda usa o ID antigo deve priorizar essa migração. Substituto recomendado.
Quais modelos antigos continuam ativos?
A mesma tabela de status ainda classifica os modelos anteriores abaixo como Ativos, com depreciação indicada como N/A. O campo de encerramento diz expressamente “Não antes de”, seguido destas datas:
- Claude Fable 5 e Claude Mythos 5: 9 de junho de 2027. Claude Opus 5: 24 de julho de 2027. Claude Sonnet 5: 30 de junho de 2027.
- Claude Opus 4.8: 28 de maio de 2027. Claude Opus 4.7: 16 de abril de 2027. Claude Opus 4.6: 5 de fevereiro de 2027. Claude Sonnet 4.6: 17 de fevereiro de 2027.
- Claude Opus 4.5: 24 de novembro de 2026. Claude Haiku 4.5: 15 de outubro de 2026.
Uma data mínima não é um anúncio de desligamento. O Haiku 4.5, em particular, continua Ativo na tabela da API, embora a primeira data possível de encerramento informada já tenha passado. Status atual dos modelos.
A remoção do aplicativo é outro evento separado: a Anthropic informa que o Haiku 4.5 sai dos seletores de modelos dos planos Free, Pro e Max em 29 de outubro de 2026, substituído pelo Haiku 5.5. A mudança não afeta Claude Code, Team, Enterprise nem a API. Aviso sobre o seletor de modelos.
Onde o entusiasmo com os modelos passa do ponto
O nome do modelo mais avançado não resolve a decisão de implantação. Um empreendedor precisa de uma resposta que resista à revisão; quem cuida da operação precisa de previsibilidade nos casos rotineiros; quem desenvolve precisa de uma integração que continue funcionando.
A tabela de especificações também não transforma uma atualização em uma simples troca de uma linha. No Opus 5.5, não é possível desativar o raciocínio. O Sonnet 5.5 usa between_tools para desativar o raciocínio inicial, em vez de aceitar disabled. Ambos rejeitam configurações que forçam o uso de ferramentas e alteram a forma como o texto entre chamadas de ferramentas chega à aplicação. Mudanças na migração para o Opus, mudanças na migração para o Sonnet.
Para um agente em produção, a pergunta relevante é se as ferramentas, as mensagens de progresso e o tratamento de falhas continuam funcionando. Um modelo de categoria superior não corrige uma requisição enviada de forma incorreta pela integração. Mantenha a implantação que funciona enquanto valida a substituta; acelere essa validação quando o modelo atual tiver uma data de encerramento definida.
O que colocar em prática na segunda-feira
Registre o modelo, o provedor e o esforço usados em um fluxo de trabalho importante e depois avalie uma alternativa escolhida com critério. Decida com base no trabalho concluído.
Confira a seleção atual
No Claude, leia o nome do modelo ao lado do botão de envio. No Claude Code, consulte
/status. Em uma aplicação via API, verifique o ID do modelo e o provedor configurados.Defina o que conta como um bom resultado
Escolha uma tarefa representativa cuja resposta você consiga avaliar. Inclua um caso ambíguo e especifique quando deve haver revisão humana. Um critério de aceitação útil vale mais do que a preferência por respostas longas.
Mude uma variável por vez
Compare um modelo no nível inicial de esforço e ajuste esse nível se necessário. Mantenha os mesmos prompts e materiais de referência. Se o agente já existe, verifique as chamadas de ferramentas e os informes de progresso antes de colocá-lo em uso.
Tome a decisão a partir do resultado
Adote a alternativa quando ela atender aos critérios de aceitação. Espere se o modelo ativo atual atende à necessidade e o substituto ainda não foi validado. Priorize a migração quando o ID atual estiver depreciado.
Perguntas frequentes
Quais são os diferentes modelos de IA?
No Claude, as opções públicas são as famílias Haiku, Sonnet, Opus e Fable. Cada uma oferece uma combinação diferente de agilidade e capacidade. O Mythos tem acesso restrito a organizações; as versões e os IDs atuais estão na tabela acima.
O Claude é melhor que o GPT-4?
Um veredito sobre a marca inteira não mostra se um modelo específico do Claude atende aos seus requisitos. Avalie cada candidato a partir da tarefa real, dos recursos necessários e dos erros aceitáveis. Este guia compara as opções dentro da família Claude.
Que tipos de modelos o Claude oferece?
Os modelos atuais recebem texto e imagens e geram texto, com recursos de visão, suporte a vários idiomas e uso de ferramentas. O nome da família identifica a linha do modelo; o ID de API identifica o modelo solicitado pela integração. Visão geral dos modelos.
Quanto custam os modelos Claude?
Consulte nosso guia de preços da API do Claude para ver as tarifas atuais e exemplos de uso.
Existe algum modelo melhor que o Claude?
Sem uma tarefa definida e critérios de sucesso, não há uma resposta universal que ajude. Para decidir, meça se o modelo escolhido dá conta do trabalho habitual e das exceções difíceis, e se o tempo de resposta se encaixa no fluxo de trabalho.
Posso usar os modelos Claude de graça?
Sim. Segundo o guia de uso da Anthropic, o Claude Free inclui Haiku e Sonnet; Opus e Fable exigem acesso por planos pagos. A disponibilidade no aplicativo não garante acesso em todas as plataformas para desenvolvedores. Claude Academy.
Por quanto tempo dá para usar o Claude de graça?
Não é possível prometer uma duração fixa de conversa. O uso depende de fatores como tamanho das mensagens e dos arquivos, extensão da conversa, modelo e recursos utilizados. Consulte o aviso de limite da conta, em vez de se planejar com base em uma quantidade presumida de mensagens. Limites de uso.
Quais modelos vêm no Claude Free?
Haiku e Sonnet são as famílias incluídas no guia atual de uso da Anthropic. As versões atuais são Haiku 5.5 e Sonnet 5.5; consulte o menu de modelos para ver as opções disponíveis na sua conta. Claude Academy, menu de modelos.
Posso rodar os modelos Claude localmente e de graça?
Os caminhos documentados para esses modelos são aplicativos e serviços hospedados. Executar um cliente como o Claude Code no computador é diferente de executar o próprio modelo no hardware local. As páginas dos modelos citadas acima não oferecem os pesos dos modelos para download. Opções de implantação.
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